(Coleção Bisonte, nº 112)
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quarta-feira, 31 de agosto de 2016
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
BIS111. Traição Fatal
(Coleção Bisonte, nº 111)
A ação desta novela passa-se no Estado da Califórnia num momento em que esta ainda não tinha sido integrada na União e em que eram conflituosas as relações entre aqueles que pretendiam a sua ligação ao México, a sua consolidação como estado independente e a sua integração nesse espaço mais vasto.
Esse formidável conflito levou a que um respeitável mexicano (Ensenada) reunisse um conjunto de homens com o objetivo de criar os mais problemas aos «Ianques».
Joe Stickwell, um homem de sangue mexicano e descendente de uma irlandesa foi vítima de formidável traição por um companheiro que era ajudante do xerife de Erva Boa. Este, num momento em que ele fora mobilizado para dar caça a um malfeitor, retirou as balas da pistola que ele iria utilizar, procurando que a ação não lhe saísse bem de forma a ver-se livre dele. Mas um imprevisto de última hora acabou por fazer com que o seu próprio filho fosse encarregado dessa tarefa, acabando o mesmo por levar a arma que ele tinha descarregado.
A morte do jovem foi impossível de uma explicação e todas as suspeitas recaíram sobre Stickwell o qual teve de fugir e acabou por se integrar no grupo de Ensenada sem perder a vontade de esclarecer o que se tinha passado. As balas que o traiçoeiro ajudante de xerife tinha retirado da arma foram-lhe sendo enviadas uma a uma com mensagens incitando-o a dizer a verdade. A última bala seria a que o levaria para o paraíso.
Cesar Torre aparece aqui numa fase muito produtiva da sua carreira com uma novela muito interessante, um bom retrato do conflito que naqueles anos dividia a Califórnia.
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Leia Traição Fatal (Versão INtegral)
terça-feira, 5 de abril de 2016
BIS110. Tiros na noite
(Coleção Bisonte, nº 110)
Samuel Cassley era o dono e senhor de Walburg. Mais de metade das terras pertencia-lhe e sob as suas ordens trabalhava mais de meia centena de homens. Até cinco anos antes, a maior riqueza de Walburg era a agricultura e o gado; mas com a descoberta de petróleo tudo tinha sofrido uma grande transformação. Os terrenos que Cassley tinha arrendados a diversos agricultores foram resgatados e uma verdadeira legião de homens chegados dos mais diversos pontos do país transformaram da noite para o dia os férteis campos em terrenos onde se iam fazer perfurações por onde se extrairia o precioso líquido que enriquecia o subsolo da povoação.
Várias pessoas recusaram-se a sair das terras. Mas Cassley possuía meios mais do que suficientes para obrigar os seus ocupantes a obedecer. E uns atrás dos outros foram renunciando aos seus direitos, submetendo-se às pretensões de Sam Cassley.
Somente o velho Conway se negou a sair das sua terras. Estava em dia com o pagamento e esperava que ao fim de cinco anos as terras fossem suas. Mas a soma relativa ao ano transato não tinha sido satisfeita porque uma bala disparada da sombra sobre as costas de Conway tinha-o matado.
Cassley contratou os técnicos necessários e os trabalhos começaram em ritmo acelerado. Mas MacPearson, o engenheiro que dirigia os trabalhos de perfuração tinha sofrido um grave acidente e tinha sido transportado para Denver, e internado num hospital. O próprio MacPearson encarregou um amigo de procurar um novo engenheiro para continuar os trabalhos de sondagem enquanto ele estivesse doente. A pessoa escolhida tinha sido Alan Skenton. Skenton recebeu ordem de se pôr imediatamente a caminho e de se apresentar a Cassley para receber a confirmação do seu emprego.
Ao chegar perto de Walburg, Alan depara com uma tentativa de violentação de uma jovem que vivia numa cabana nas proximidades. Ajuda-a a libertar-se do agressor e a partir daí resolve protege-la, sentindo enorme atração por ela. No entanto, a sua surpresa foi grande ao saber que o agressor era o indivíduo que o queria contratar.
A novela desenrola-se através da luta que Alan desencadeia para ajudar Ethel, mas Ó Mallley traz-lhe mais uma surpresa na pessoa de um homem que também não era indiferente à jovem e esta vai manifestando progressivamente mais reservas à ligação a Alan. Que se passaria? Qual o segredo da linda professora?
Eis um livro da Bisonte com passagens muito interessantes, mas onde há excesso de tiroteio e situações de violência, tornando-o, no seu conjunto, um pouco inverosímil.
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segunda-feira, 4 de abril de 2016
domingo, 3 de abril de 2016
quarta-feira, 30 de março de 2016
BIS107. Mãos traidoras
(Coleção Bisonte, nº 107)
«Nas suas longas viagens pelas montanhas, os pesquisadores de ouro não costumavam usar os cavalos como meio de locomoção. Os cavalos não só caíam com muita frequência, como se negavam em absoluto a passar pelos estreitos e escarpados caminhos que os solitários (mineiros tinham de percorrer para alcançar os ribeiros onde por vezes apareciam os tão desejados «coloors». Por isso davam a preferência a resignados burros que carregavam com o material necessário para ias explorações, indo eles a pé e à frente dos animais.
Nunca houvera um pesquisador tão otimista que se lembrasse de levar consigo um saco destinado a armazenar o ouro que viesse a encontrar, isto porque nenhum deles acreditava muito que essa possibilidade se viesse a verificar.
Quando a sorte bafejava um desses homens, competia ao asno transportar a fortuna que o dono tinha encontrado. E, nessa altura, lá vinha o pobre bicho ajoujado ao peso duma carga pessimamente distribuída por tudo que servisse para transportar o valioso metal: sacos de víveres, bacias de lavar minerais, peneiras de passar a areia, latas de conserva, o que calhava.»
É neste contexto, que Cesar Torre nos descreve a vida dupla de um médico que se dedicava a salvar a vida das pessoas, granjeando por isso elevada simpatia coletiva, mas que se dedicava a organizar assaltos aos desprotegidos pesquisadores ao ter conhecimento que estes transportavam algo através da troca de mensagens transportadas por pombos. As mãos que salvavam eram também mãos traiçoeiras…
Um dia a sua atividade foi descoberta ela mulher que se tentou afastar, tendo sido sujeita a violento assalto e abatida. E o tempo foi passando, pensando o médico passar impune pelos seus crimes, até que alguém chegou à cidade e tudo se modificou.
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sábado, 26 de março de 2016
BIS106. Dança dos "Colts"
(Coleção Bisonte, nº 106)
Um nobre escocês, senhor de razoável fortuna, que reivindicava para si a qualidade de ascendência real, estabeleceu-se no Oregon, onde construiu ume espécie de fortaleza protegida por homens armados a partir da qual realizava os seus negócios e geria os seus projetos. O seu poder era de tal ordem que dominava as próprias autoridades sendo detestado pela população em geral.
O asco do povo ao nobre aumentou quando o filho concluiu o curso de engenharia, regressou à cidade, e o nobre, convencido que era o paladino da civilização, decidiu avançar com um projeto de instalação do caminho de ferro que iria interferir com as explorações dos populares e com o território dos índios.
Desenhou-se a partir daqui particular resistência com dois campos bem definidos. Os populares contrataram uma série de pistoleiros para combater o projeto, conseguindo ainda o apoio dos índios, mas, após um conjunto de peripécias, o autodenominado arauto da civilização conseguiu implementar as suas ideias.
Nesta história, pouco credível mas engraçada, intervém ainda uma jovem com substancial destreza com as armas, que se veio a descobrir ter sangue azul nas veias, a qual foi personagem chave para eliminar o terrível chefe dos pistoleiros.
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Leia «Dança dos Colts». (Versão Integral)
segunda-feira, 21 de março de 2016
BIS105. Matar ou morrer
(Coleção Bisonte, nº 105)
«Matar ou morrer» é mais um livro onde Raf G.Smith exibe as suas caraterísticas mais conhecidas: fanfarronice estúpida no herói principal, neste caso, Harry Aldon e aguçado instinto para a intriga policial desenhada a partir de um assassínio com caraterísticas de muita crueldade e sucessiva lista de suspeitos até se chegar ao culpado, muitas vezes, alguém que nem força tinha para matar uma formiga. A linguagem do autor é ainda típica de um provincianismo saloio, com diálogos sem nexo, e denunciando o modo como ele próprio falaria com os seus conterrâneos, afastando-se assim de uma linguagem do Oeste.
Dito isto, este livro, contemporâneo do «Vingança Trágica» publicado na Búfalo e de uma importante sequência na Cow-Boy, até é interessante, mas nada traz de novo em relação ao autor.
A capa, denunciando uma situação pela qual a heroína Celeste foi obrigada a passar pelo seu noivo que ela acusava de assassínio, é excelente. A pobre foi abandonada na noite e um tratador de porcos divertiu-se a imitar uivos de coiote para a aterrorizar.
Aqui vão ficar algumas passagens de «Matar ou morrer»: Harry, chamado a Fresno pois alguém suspeita que Celeste vai ser lesada, é acusado de assassinar um irmão desta e enceta a luta para demonstrar a sua inocência e reconquistar a mulher armada. Vejam lá se descobrem quem foi a frágil criatura que matou o irmão da beldade.
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domingo, 20 de março de 2016
sábado, 19 de março de 2016
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