Autores com obras publicadas na Coleção Bisonte
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domingo, 16 de março de 2014

BIS057. O último golo


(Coleção Bisonte, nº 57)

Marcos Bruce era conhecido em todo o Arizona como «o rei do gado». Os seus agentes percorriam todo o Estado fazendo propostas a outros rancheiros para a aquisição das suas propriedades, criando-lhes inúmeras dificuldades em caso de recusa. Não era, por isso, uma pessoa estimada, já que se mostrava insensível perante todos os que se sentiam com problemas e não conseguiam resistir-lhe.

Um neto de Bruce, Roy, era uma das suas potenciais vítimas, tendo-se dirigido a Tucson para se encontrar com ele. Roy, bastante jovem e mulherengo, pretendia que o avô o deixasse em paz para tirar do seu rancho o rendimento para subsistir…

Pouco depois de Roy abandonar o encontro com o avô, alguém descobriu que este tinha sido assassinado com uma facada nas costas e ele foi considerado o principal suspeito. Foi perseguido pelo xerife, mas, com a ajuda de uma formosa rancheira que conhecera quando do encontro com o avô e dos seus colaboradores, procurou demonstrar a sua inocência e encontrar o verdadeiro culpado…




segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

BIS042. O ás de copas


(Coleção Bisonte, nº 42)
Tenho em meu poder certas notas acerca de Martha Jane Canary, “Calamity Jane” como a apelidou o capitão Egan durante um episódio guerreiro contra os índios, apodo que a rapariga aceitou até ao fim dos seus dias. Também sobre “Calamity Jane” se escreveu muito. Todos nós, apaixonados das epopeias do “Far-West”, sabemos que era uma criatura de aspeto varonil, força extraordinária, pontaria maravilhosa, a qual foi admirada entre outros por Bufalo Bill e o incomensurável xerife de Abilene “Wild Bill” Hickock. Sabemos também como desempenhou cargos masculinos, alternando co mineiros, condutores de gado e, mais ainda, resistindo a quantidades fantásticas de álcool…
Nunca lhe saía o revólver do cinturão. As suas relações com “Wild Bill” foram rodeadas de anedotas fortes e…
Bom, se continuo assim vou direito À biografia e não é isso o que realmente pretendo. Muitos o fizeram, inclusivamente ela que também se autobiografou. Isso só seria pouco, mas o cinema fê-la reviver, embora com intérpretes que em nada se lhe pareciam, como Ivone de Carlo, por exemplo.
Isto deve ser motivo para que eu “a deixe tranquila” como me recomendou sobre San Bass o senhor Martinez Pedralva? A mim parece-me forte. E a ti, leitor?
Que o senhor Martinez me perdoe, mas não me resigno a que fiquem sepultados estes dados conseguidos quando menos o esperava. A fantasia também fez das suas claro! A minha imaginação não esgotada ainda, deu a forma de “novela” aos factos, mas a base desta obra é fruto da realidade.
E aqui aguardo pacientemente as linhas que possam dirigir-me outros Martinez.
O texto anterior é parte do prefácio de Raf Segrram ao livro “Ás de copas” no qual narra o encontro com «Calamity Jane» de um jovem rancheiro que procurava um indivíduo para vingar a morte cobarde do pai. O jovem rancheiro, num primeiro momento, apaixona-se pelo aspeto de «Calamity» que o passa a apoiar em qualquer contexto.
De acordo com o seu estilo, Segrram traz muitos ingredientes à novela, desde uma companhia de teatro com uma atriz extremamente bela até ao combate a uma peste que vitimou grande parte da povoação denominada Deadwood.
No ambiente assim criado, «Calamity» acaba por ter um papel preponderante na vingança do jovem e no seu encontro com Karin, a bela atriz que acaba por o acompanhar no resto da vida.
A novela é um pouco maçuda, mas vale sobremaneira por esses ingredientes tão avessos são a outros autores.

Passagens:



terça-feira, 5 de novembro de 2013

BIS034. O Aventureiro Louco


(Coleção Bisonte, nº 34)


Ronald Bradley chegou a Buck Springs acompanhado pelo seu secretário, Danny Hatter, depois de uma longa ausência durante a qual correra mundo e fizera fortuna. Tinha como objetivo esclarecer algo que tinha ouvido em relação ao seu irmão que parecia ter enveredado pelo caminho do crime associando-se a um cacique da terra, Petelbow.
A realidade veio a mostrar que Sims Bradley não era flor que se cheirasse, sendo inclusivamente detentor de uma hipoteca sobre um rancho da formosa Mirtha a quem pretendia levar à ruína para esta aceitar propostas indecorosas do cacique.
Ronald decide-se a enfrentar este mundo minado por interesses pouco recomendáveis. E ei-lo, na companhia de Danny, qual um Sancho Pança, a lutar pela justiça com os objetivos de libertar a formosa Mirtha e conquistar o seu coração.

Leia O aventureiro louco (Versão Integral)

BIS032. O sanguinário


(Coleção Bisonte, nº 32)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

BIS020. Ódio de morte

(Coleção Bisonte, nº 20)

Este livro de Raf Segrram até tem um argumento interessante. Bernard é o filho que anseia por gastar sem trabalhar e, por isso, despreza os vaqueiros que trabalham no rancho propriedade do seu pai, um velhote generoso que criou como filho aquele que agora é o capataz do rancho «Branco», Jerry Gunder.

Naturalmente, Bernard odeia Jerry que exerce grande influência no pai, mas, enquanto está longe, isso não o afeta muito. Com o tempo, as necessidades de financiamento de Bernard cresceram substancialmente e, um dia, resolveu regressar ao rancho para tentar modificar a opinião do pai a seu respeito e conseguir mais dinheiro.

Aí, o filho do proprietário e o capataz vêm mesmo a confrontar-se e a verdade é que o bondoso rancheiro nunca se deixou influenciar pela linguagem negativa do descendente, manifestando, no entanto, uma grande debilidade a nível de saúde. E foi exatamente um desgosto proveniente da atitude de Bernard que o fez exalar o último suspiro.

A abertura do testamento do velho rancheiro deixou Bernard desesperado quando se viu sem o rancho, sem a noiva e com o anátema de pessoa desonesta. E um dia o confronto entre os dois homens foi efetivo e conduziu a várias mortes.

O mais irritante de «Ódio de morte» são os diálogos levados ao exagero de inúmeros monossílabos e as palavras que, por vezes, não parecem as mais apropriadas para caraterizar uma situação tornando o texto numa espécie de «conversa de chacha». Não sei se isto se deveria a inexperiência do autor ou do próprio tradutor, já que nesta fase a Coleção Bisonte estaria bem no início. O tradutor, Felisbela Rolo Duarte, surge-nos em mais de 50 obras editadas por esta altura.

A partir de 10/09/2021, aqui encontrarão o livro em disponibilização integral.


BIS020.01 O filho pródigo regressa em estranha com...

BIS020.02 A última oportunidade

BIS020.03 Um amigo pouco amável

BIS020. 04 Jogar com um pau de dois bicos

BIS020.05 A chegada da noiva

BIS020.06 Visita inesperada e indesejada

BIS020.07 Passeio pelos campos que anuncia a paixão

BIS020.08 Armadilha para um ladrão

BIS020.09 Falsa e fatal acusação

BIS020.10 O grande êxodo

BIS020.11 Herança inesperada


sexta-feira, 26 de julho de 2013

BIS008. O rancho maldito

(Coleção Bisonte, nº 8)

E será que no velho e selvagem Oeste também havia fantasmas? A avaliar pelo título desta novela que melhor seria “O rancho amaldiçoado” ou “O rancho assombrado”, a resposta deveria ser positiva. Assim não o entendeu a personagem principal, um sobrinho do defunto dono do rancho que, por essa razão, o herdou e que, desde logo, suspeitou que havia qualquer marosca para alimentar os receios de quem se aproximava. 
Acabou por compreender que o rancho era afinal o covil de uma quadrilha que atuava na região que fazia dali o seu quartel general afastando os papalvos através do receio que espalhava. 
Bom… esta novela tem tudo… ou quase tudo: fantasmas, lutas intermináveis, um velho demente, bandidos disfarçados de ricos rancheiros, um xerife cobarde e cúmplice dos bandidos por inércia, uma linda menina, o herói atirado para o abismo amarrado de pés e mãos salvo miraculosamente pelos ramos de uma árvore, vaqueiros valorosos e ultra fiéis e a menina, a tal menina, que até salvou o herói. 
O narrador é Raf Segrram que já conhecemos de longa data e que mantém um estilo humanista. A tradução, essa sim, é lamentável dizendo por vezes o contrário daquilo que se adivinha que quer dizer e originando frases sem sentido.

BIS007. O seu último sorriso

(Coleção Bisonte, nº7)

BIS006. O Forasteiro

(Coleção Bisonte, nº 6)

Era um jovem, quase uma criança… 
Mas aquele bando de malfeitores não teve pejo em raptá-lo, fazer crer que ele os acompanhava, mandá-lo para a prisão e testemunhar contra ele. O resultado foi inevitável: 20 anos de cadeia. 
O seu bom comportamento levou-o a ser indultado. Mas o mal estava feito, o pai e a noiva caíram no charco. 
Começou então a vingança. Um a um, terra a terra. Primeiro a ruína, depois o medo… 
 Até que apareceu aquela professorinha intrometida que tinha a mania de escrever novelas do Oeste. E o sentido da vingança transformou-se no sentido do perdão e do amor. 
Um livro mesmo à Raf Segrram que, apesar das imensas gralhas e de alguma lamechice, é muito agradável de ler.

Nota: o livro corresponde integralmente ao original, podendo ter tido algumas correções ortográficas. Também a página 4 foi substituída pela que normalmente deveria ter sido publicada.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

BIS002. O Valentão

(Coleção Bisonte, nº 2)

O número 2 da Coleção Bisonte traz-nos uma obra de Raf Segrram com o título "O valentão". 
Talvez que o título “O folgazão” fosse bem melhor para caraterizar a personagem central desta novela do que o utilizado pelo autor. Trata-se da história de um rancheiro que cavou a própria ruína com os seus gastos excessivos, acabando por ter de leiloar o rancho para pagar as dívidas a um usurário. E a verdade é que no próprio momento em que ficou com uns míseros dólares no bolso não deixou de festejar o momento… 
Curiosamente, depois de ter enfrentado esta desdita, outro facto veio enegrecer os seus dias: o usurário apareceu morto com uma faca espetada no coração e algumas vozes apontaram-no como tendo cometido tão ignóbil crime. É verdade que conseguiu defender-se, é verdade que foi inocentado, mas crimes iguais começaram a perseguir os habitantes da cidade. 
Quem seria o assassino? Uma surpresa estava reservada ao nosso folgazão que lhe transmitiu uma compreensível tristeza.